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Dos melhores parágrafos que li até hoje sobre usabilidade e directamente do site 52 semanas de UX:

What if instead of adding new features, a company concentrated on making the service or product much easier to use? Or making it much easier to access the advanced features it already has, but that few can master? Maybe what they lose in market share in one area will be more than compensated for in another area. In a lot of markets, it’s gotten so bad out there that simply being usable is enough to make a product truly remarkable.”—Kathy Sierra”

Aqui se fala da realidade de hoje em dia e sobre a qual falei na minha apresentação sobre Web Design e User Interface / Usabilidade no riaPT Porto.

Hoje em dia, com a tendência de chegar à frente num mercado em que prolifera a boom repentino de empresas e na tentativa de ganhar um pouco de tempo de antena, as empresas tentam fazer de tudo para serem notadas acrescentando funcionalidades atrás de funcionalidades e dizendo à boca cheia que o seu software faz isto e aquilo.

No entanto, encaixa-se aqui a velha máxima, “Quem tudo quer, tudo perde” porque as coisas vão acumulando e depois não há forma de travar ou controlar o comboio que entretanto já vai rápido demais.

Passem pelo projecto 52 semanas de UX. Uma ideia interessantíssima que aconselho todos a seguirem!

Written by Mauro

March 9th, 2010 at 12:25 am

FWA com novo site

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New fwa site

O site FWA (Favourite Website Awards) é um dos sítios (se não “O” sítio) para ver o que de melhor se faz pela Internet hoje em dia!

Não estando apenas ligado a uma tecnologia (por lá já passaram sites emFlash, Silverlight, HTML5 e outros)  o site tem uma quantidade e qualidade de conteúdos muito interessantes. Esses conteúdos vão desde os muito conhecidos wallpapers e entrevistas, passando por artigos e acabando nos afamados sites. Tudo que existe por lá tem uma qualidade extrema!

As maiores agências mundiais de conteúdos multimédia para a web como a agencynet, Red Interactive ou group94 estão lá sempre representadas com trabalhos para as grandes marcas mundiais.

Um site a NÃO perder!

PS: Se alguém tinha dúvidas do excelente trabalho que foi feito na optimização do Flash Player 10.1 esta é uma oportunidade de o comprovar. Tentem abrir o site do Fwa e o da AgencyNet com a versão actual do player e depois abram com a beta e vão ver a diferença de rapidez de ambas.

Written by Mauro

March 1st, 2010 at 3:07 pm

Almoço e jantar no Meeting do riaPT Porto

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networking riapt porto

Se há coisa importante, quando as pessoas vão a eventos sobre qualquer tema, é a possibilidade que têm de conhecer novas pessoas, trocar ideias, possivelmente conhecer pessoas que já falavam há vários meses e nunca tiveram a oportunidade de estar cara a cara, etc.

Minha experiência no TED

Aconteceu-me isso a semana passada no TED xPorto onde encontrei o Luís Martins da plataforma Silverlight da Microsoft. Eu tinha visto a sua apresentação no evento do 3º aniversário do riaPT em Lisboa, na Novabase e comecei a falar com ele sobre a possibilidade de fazer uma apresentação no evento que estou a organizar para o riaPT, no Porto.

Até aquele momento só tinhamos falado por email e o Luís não tinha a mínima noção de quem eu era! Até ao Ted…

Aproximei-me dele e disse:

- Olá Luís! Eu sou o Mauro, aquele com quem tens trocado emails nos últimos meses!

E ali ficamos, dezenas de minutos a conversar sobre a web, Adobe, Flash, Microsoft, Silverlight e Cloud Computing e até SCRUM!

Isto para dizer que vale SEMPRE a pena sairmos da nossa zona de conforto, em qualquer evento (custa muito, eu sei!), e falar com pessoas novas, trocar ideias, trocar contactos, etc.

Em piada com um amigo meu, ele deixou-me sozinho no coffee break do TED e disse-me:

- Olha, vou ali conhecer pessoas!

É este mesmo o espírito (um abraço para o Fábio que vai ler isto de certeza!).

Networking no riaPT Porto

Ora bem, nesse espírito, eu e o Rui Silva pensamos em organizar um almoço e um jantar para TODOS (quem vai e quem não vai ao evento) de forma a falarmos sobre espectativas (antes do evento) e conclusões (depois do evento) ou sobre outra coisa qualquer, vale tudo!

Assim, estão TODOS convidados a falar connosco, com os dos speakers, etc. O que interessa é falar, discutir (apaixonadamente ou não) e tirar daí conclusões sobre como evoluir, como resolver problemas e que passos a dar!

Tanto o almoço e o jantar nunca vão ultrapassar os 15€ por pessoa e, no caso do jantar, será sempre às 20:00 para termos o tempo perfeito (evento termina às 18:30 +/-, mais uma hora de discussão / possível derrapagem nas intervenções / coffee break) é o tempo perfeito para depois nos deslocarmos, a pé – será sempre ali nas redondezas, nunca mais de 5 minutos a pé – para o jantar e podermos desfrutar e discutir tecnologia, plataformas, novos projectos etc.).

Quem quiser participar tanto no almoço como no jantar, por favor envie-me um email mauroalexandremartins[at]gmail.com e, mais importante… INSCREVAM-SE!

Cumprimentos, Mauro Martins.

Written by Mauro

February 25th, 2010 at 2:50 pm

Serão as tablets o futuro da navegação web?

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Apple iPad

Para responder já directamente à pergunta, SIM, ou se calhar, TALVEZ.

Os próximos dispositivos  a serem utilizados para “consumir” a web de forma despreocupada e “light” deverão ser, sem dúvida, as tablets.

Passaremos de um estilo de interacção orientada ao clicar, arrastar e escrever, para um estilo em que temos de trabalhar as nossas aplicações para serem orientadas aos gestos, ao multi-toque e à facilidade de utilização. Isto tudo para que o acesso aos vários conteúdos seja feito de uma formal natural, despreocupada e não imposta pela aplicação / navegação. Um bom exemplo é o projecto Natural Interaction.

O buzz começou com a Apple a lançar o iPad. Neste momento, já outras empresas preparam-se para lançar hardware onde vão buscar o sistema operativo ao Google Android, por exemplo, ou então vão inserir directamente a versão do Google Chrome OS ou até o Windows 7.

A meu ver, o sucesso destas tablets prende-se com o facto de conseguirem ou não competir com o sistema operativo que a Apple colocou no iPad. A vantagem deste é que é rápido, simples e não precisamos de esperar tempo nenhum para o utilizar. No caso de uma tablet a correr Windows 7, temos sempre de esperar que este inicie, como em um computador normal, o que estraga logo a facilidade de interacção e a mais valia que um dispositivo deste tipo pode ter.

Aqui ficam um vídeo do iPad e de um protótipo do que seria a navegação de uma tablet com o sistema operativo da Google.

Apple iPad

Chrome OS

Neste momento e embora ainda a poeira esteja ainda a assentar em relação ao caminho que estes dispositivos vão tomar nas nossas vidas, já há quem esteja a criar as revistas 2.0 (não seria mais 3.0?).

A Wired, por exemplo, já mostrou ao Mundo o que eles consideram ser a revista do futuro. Cheia de conteúdos multimédia que se relacionam entre si e, como não podia deixar de ser, com acesso directo às redes sociais como o Twitter ou Facebook.

De referir que este protótipo foi feito utilizando Flash + AIR e que, segundo diz a Adobe, poderá ser facilmente exportado para o iPad utilizando o novo sistema de deploy que o próximo Flash CS5 irá trazer. A ver vamos…

Written by Mauro

February 17th, 2010 at 2:09 pm

Meeting riaPT SOLD OUT!

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Bem… Que aventura!

Menos de três dias depois de eu e o Rui Silva termos decido colocar os bilhetes disponíveis online estes encontram-se já…

ESGOTADOS

Meeting riaPT no Porto Sold Out

Das conversas que temos tido quero desde já dizer que superou em muito as nossas expectativas! De início estávamos até receosos de qual seria a aceitação da comunidade do Porto e se realmente iriam aderir ao evento.

Pelos vistos, e para grande contentamento nosso, esta respondeu da melhor forma preenchendo os sessenta lugares que alugamos no espaço “Maus Hábitos” em menos de 72 horas (colocamos os bilhetes disponíveis às 10:00 do dia 8).

Esta adesão  obriga-nos a reforçar ainda mais a nossa força de vontade em realizar o evento e como tal, a nossa responsabilidade para que corra pelo melhor para todos.

Quero desde já agradecer a toda a gente que se inscreveu no evento e esperamos que, tanto para os speakers, como para a plateia, seja um evento cheio de boa disposição, boa troca de conhecimentos, momentos divertidos, e muito networking :)

O nosso muito muito obrigado a todos os speakers que aceitaram embarcar connosco nesta aventura e também à FLAG pelo tempo que despendeu connosco e porque sem eles, isto nunca seria possível!

Entretanto a nossa lista sofreu alguns updates caso não tenham reparado.

  • Adicionado o tema do João Crespim que falará não só de Papervision mas também de Realidade Aumentada;
  • Adicionado João Fernandes, um dos responsáveis pelos eventos do riaPT em Lisboa que nos falará sobre SWIZ e Flex;

NOTA: Eventualmente poderá haver algumas desistências de pessoas que não vão conseguir ir ao evento. Nesse caso estaremos atentos e anunciaremos no Twitter sempre que for o caso. Se quiserem estar a par de todas as notícias sobre o evento, sobre os speakers, etc. sigam @Mauredo @rduartes ou a trend #riapt.

Vemo-nos 6 de Março!

Written by Mauro

February 10th, 2010 at 11:58 pm

Meeting riaPT Porto is LIVE!!!

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Malta, é com grande entusiasmo que, depois de uns valentes tropeções e várias  horas de contactos e discussões, estão live os registos para o Meeting riaPT Porto!!!!

Não percam! 6 de Março, no “Maus Hábitos”, às 14:00, no Porto!

Podem-se registar e ler sobre o evento e tudo o que vai constar do programa aqui!

Vamos ter temas muito interessantes de pessoas que trabalham na área de User Interface, Flash, Flex, PHP e Microsoft. É com honra que digo que o representante da Microsoft Portugal para o Silverlight, Luís Martins, vai fazer uma aparição e explicar-nos a ideia que a Microsoft tem para a web sobre o lema “Make Web Not War“. Teremos o já muito conhecido João Gonçalves, formador em várias instituições que forma pessoas para a plataforma Flash e também teremos pessoas que têm ligações às empresas FullSix, BlueMedia e Alert Life Science Computing.

Esperemos que seja uma boa tarde para todos e que o conhecimento seja partilhado de uma forma dinâmica e sem compromissos!

Da minha parte, e uma vez que estou cada vez mais interessado em perceber a mente do utilizador e em criar a melhor experiência possível de interacção, falarei sobre a diferença entre a fase em que criamos a nossa aplicação e a forma como os nossos utilizadores realmente a percebem. Vou tentar explorar de que forma podemos, através de pequenas técnicas, fazer com que a nossa mensagem seja sempre bem passada.

Aqui fica a agenda do evento:

14:00 Abertura Rui Silva, Mauro Martins

14:10 Zend Framework com Flash - Miguel Pinto

14:35 Web – Construir é diferente de ver! – Mauro Martins

15:00 Flex Decoupled – Build Strong from the Foundation - Vítor Monteiro

15:25 Balsamiq Mockups e Napkee: A arte de “rabiscar” - Rui Silva

15:50 Realidade Aumentada com Papervision 3D – João Crispim

16:10 Coffee Break - Networking

16:25 Make Web not War: A plataforma Microsoft - Luís Martins

16:50 Silverlight 101: Anatomia de uma Aplicação - Ricardo Castelhano

17:15 Swiz e Flex – João Fernandes

17:40 “HYPE”: Voltar à criatividade em Flash! – João Gonçalves

18:05 a anunciar

18:30 Encerramento – Prémios Rui Silva, Mauro Martins

Atenção que a procura tem sido bastante! O site não está live à 12 horas e os bilhetes já estão quase esgotados faltando apenas preencher 21 lugares, por isso registem-se rápido!

Mais tardar amanhã de manhã vai também sair o post no riaPT (eu vou actualizando aqui também), por isso estejam atentos que vamos lá ter mais informação.

Este está a ser um projecto que me está a dar muito gozo em criar / realizar em conjunto com o Rui Silva e, a título de curiosidade, deixo aqui o post que criei no grupo do riaPT quando coloquei na minha cabeça fazer este evento:

Pessoal, já está mais que na hora de nos tornamos “internacionais” (sair de Lisboa) e começarmos a ter coisas a sério e com alguma repetição aqui no Porto. O que não falta por cá é malta que gostava de expor as suas ideias, mostrar o seu trabalho de que tanto se orgulham e mostrarem-se à comunidade / à nação!

Coisas como o “Stand Up And Speak” são formatos muito interessantes que servem em muito para mantermos contactos com a comunidade, saber o
que se anda a fazer por aí e inovar na forma de pensar em Portugal. Penso que temos de quebrar barreiras e tornarmos isto num grupo que agiliza informação, que é pró-activo e que tenta ser um exemplo de partilha de ideias que nos faz sempre ir mais além :)

De início claro que não vai ser o esperado, vamos ter de suar um pouco, ouvir alguns nãos mas penso que de evento a evento uma pessoa chama outra e podemos contar, de certeza com uma maior exposição para o nosso canto e para o que de melhor se faz em desenvolvimento.

Espero que apareçam, não tenham problemas em dizer um olá, e que, principalmente, partilhem as vossas experiências e absorvam as que vos vão ser transmitidas!

Quero desde já deixar os meus agradecimentos ao João Gonçalves, João Fernandes, Paulo Moreira, a todos os speakers e à Flag por terem contribuído para este pequeno momento que vamos ter no Porto.

Qualquer assunto sobre o evento enviem um email para Mauro Martins ou Rui Silva.

Cumprimentos, Mauro.

EDIT:

- Adicionado o tema do João Crespim que falará não só de Papervision mas também de Realidade Aumentada;

- Adicionado João Fernandes, um dos responsáveis pelos eventos do riaPT em Lisboa;

Written by Mauro

February 8th, 2010 at 9:09 pm

A Apple, o iPad e o Flash VS HTML5

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apple creation 0128 rm eng 497x3301 A Apple, o iPad e o Flash VS HTML5

(Antes de tudo deixem-me dizer que sou fã de vários produtos Apple. Tenho um MacBook Pro, um iPhone e muitos periféricos e por isso a minha visão tentará ser o mais imparcial possível!)

Para quem tem estado atento ao Twitter e aos blogs de tecnologia e web, esta imagem tem estado em todo o lado. Foi na Terça-Feira, que a Apple mostrou o seu mais recente gadget, o iPad.

O iPad é a tentativa da Apple de tentar preencher um nicho de mercado / nicho de tecnologia que fica ali um pouco entre os smartphones e os portáteis / desktops. É aquele instrumento que pode ser utilizado para coisas mais “light” como surfar na web e ver uns filmes.

Assim como o iPhone, o iPad tenta ser um produto revolucionário e que, como o próprio Steve Jobs o diz “A melhor experiência para surfar a web“.

Será?

Como pode um produto tentar ser a melhor forma de surfar na web se não possui um plug-in que está instalado em 95% dos dispositivos que se ligam à Internet (Flash)? Sem ter um plug-in em que estão a ser investidos milhares de euros neste momento (Silverlight)? Aliás, sem ter nenhum plug-in a não ser os criados pela própria Apple e que a Apple acha que são os mais apropriados para nós?

Desde o iPhone que a Apple já nos tinha mostrado que vai deixar o Flash de fora dos seus produtos. Mas, se bem que no iPhone a desculpa era a bateria e o processador, neste momento, no iPad não há nada que desculpe o facto da Apple tentar manter todos os plug-ins de fora dos seus browsers obrigando os utilizadores a navegar na web da forma como a Apple acha que é o mais interessante.

Porquê que é que Apple faz isto então?

Simples! Porque a Apple quer fazer dinheiro vendendo aplicações na sua galinha dos ovos de ouro, a App Store e assim não deixar “passear” as aplicações e os modelos de distribuição por onde não os pode controlar.

Se este é um bom modelo? Claro que é! Se pensarmos em termos de negócio para a Apple é um sistema perfeito! Obrigamos os nossos utilizadores a utilizar a nossa ferramenta para terem acesso a jogos, aplicações e outros modelos que geram retorno imediato para a Apple.

O problema é que, pela primeira vez, parece que há muita gente que não está de acordo com as explicações da Apple. Ninguém acredita que o iPad não aguenta com o Flash Player.

O que é que isto tem a ver com o HTML5? Tudo! A Apple está a tentar gerar todo o buzz em volta desta tecnologia que, sinceramente, antes de ser inovadora já não o é.

Confusos?! Fácil!

1- Será muito difícil para o html5 gerar, com tanta facilidade, aplicações ricas para os clientes e que funcionem perfeitamente em todo o lado (mobile, desktop, browser);

2 – Que a experiência seja independente de sistema, independente de browser, etc.;

3 – Que tenham servidores dedicados para dar ao utilizador a melhor experiência em vídeo;

4 – Que o Player de vídeo possa ser tão “estendido” ao ponto de se conseguir coisas como o Youtube.

5 – Que faça ISTO!

Enquanto o HTML5, o supracitado canvas e a tag <video> andam a tentar fazer coisas que o Flash já faz, o Flash já anda a tentar chegar a outros voos. Se formos ver o caso das RIA, com a nova versão do ActionScript 3.0 e principalmente com o Flex, a Adobe deu passos importantes para ser tornar um sério concorrente para aplicações em desktop e web. Basta ver casos como o Aviary que é uma ferramenta extremamente rica e que está na web para qualquer um aceder.

Ok, podem-me falar do Google Docs, Gmail, Google Wave e etc. Mas qual é aqui o denominador comum? o Google! Que é tão só uma das maiores empresas do Mundo a produzir conteúdo Web e que tem os recursos que quase nenhuma empresa no Mundo tem…

Mais. Até o HTML5 ser oficialmente um standard ainda vai demorar muito tempo. Para já temos de andar com hacks and tricks para podermos fazer com que tudo fique igual em todos os browsers (à lá Internet Explorer) o que faz com que o tempo despendido para criar aplicações demore muito mais tempo tanto a criar como na fase do debug.

Em resumo…

Se bem que a Apple está claramente a tentar divergir a web para um sistema mais de serviços onde, para cada conteúdo temos um software e uma aplicação dedicada para o efeito (ouvia ontem uma pessoa a dizer que a intenção da Apple é simplesmente acabar com os browsers), cabe a cada pessoa / empresa decidir qual o melhor veículo para dar a conhecer ou demonstrar um seu produto.

Anda por aí uma discussão enorme com dezenas de posts em blogs onde há sempre quem puxe para o lado do Flash, quem puxe para o lado do HTML e para quem discuta estes valores de uma forma basta acalorada e que demonstra a paixão que temos pelas tecnologias em que criamos e sentimos necessidade de as defender.

No fim de contas, o que interessa aqui é que para cada projecto. Devemos utilizar HTML5, JavaScript, Ajax e amigos? Claro que sim! Devemos sempre utilizar a ferramenta correcta para fazer o trabalho da melhor forma!

Se o melhor caminho é seguir empresas que nos tentam cortar o acesso à forma como nós queremos ver a web? NÃO! Por mais banners, mais consumos de recursos e mais crashes que um plug-in dê (Uma observação. Programo em Flash no meu MacBookPro há mais de dois anos e ele nunca crashou por culpa do Flash. Tive sorte? Talvez ;) ) devemos sempre optar por uma web livre e só assim se consegue a inovação!

Ah! E não, o Flash não vai acabar :)

Written by Mauro

February 4th, 2010 at 9:23 am

Posted in Flash / Flex, Random, iPhone

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Adobe WorkflowLab

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workflowlab 557x130 Adobe WorkflowLab

São daquelas pessoas que:

  1. Gostam de ter tudo direito quando começam um projecto?
  2. Gostam de planear todos os passos que envolvem a construção de um site ou uma aplicação?
  3. Querem ter uma ferramenta no desktop em que podem colaborar em conjunto e em que puxam o planeamento online?

Então o Adobe WorkflowLab é para vocês!

Eu estou a tentar desenvolver um novo projecto e quero seguir uma metodologia de planeamento de forma a me focar melhor nas tarefas. Para isso, preciso  de um sistema de gestão, que me permita ter a noção dos passos que estou a dar e em que momento vou.

Quando comecei a minha pesquisa o que eu queria era uma coisa simples, fácil e que tivesse um User Interface agradável e simplista. Depois de alguns testes com vários softwares  encontrei o WorkflowLab!

Baseada quase inteiramente no Gráfico de Gantt, esta aplicação permite, de forma simples e prática, aplicar práticas de planeamento e gestão de tarefas, podendo adicionar comentários, ajustar tempos, definir ícones (Adobe) para termos uma referência visual ao(s) softwares(s) que vamos necessitar para cada passo do projecto e ainda definir cores para cada um dos pontos inseridos. Captura de ecrã 2010 01 21 00.40.23 e1264082851281 Adobe WorkflowLab

De início, a aplicação dá-nos uma série de templates que podemos utilizar como base:

  • Flex 4 Rich Internet Application;
  • Vídeo Delivery and Distribution;
  • Contextual Applications;
  • Multi-Screen Workflow Best Pratices;
  • Workflow Behind WorkflowLab (interessante);

Captura de ecrã 2010 01 21 00.40.231 e1264083028463 Adobe WorkflowLab

No entanto, não estamos restrictos a estes workflows, podendo criar o nosso projecto sem optar por nenhum template e começar a partir daí. Em relação ao planeamentos, podemos optar por dois tipos diferentes de gestão tendo por base um dos seguintes parâmetros:

  • Tempo;
  • Tarefas;

Neste momento, apesar de ser muito interessante e de poder ser utilizado num projecto “a sério”, devemos ter noção que ainda lhe falta alguns pequenos tweaks para se tornar em uma ferramenta a sério.

  • Pequenos pormenores de User Interface que nos permitem perceber, em qualquer momento, os tamanhos totais dos projectos;
  • Relação de estimativas de esforço / esforço real;
  • Alocação de pessoas a tarefas específicas;

Enfim, são coisas que, espero eu, venham a ser corrigidas até à versão “live” do produto. Sem dúvida recomendado para quem não quer gastar dinheiro em software como o Microsoft Project, que, convenhamos, é bem caro para quem é freelancer ou possui um pequeno escritório.

Segue aqui o link da aplicação para download gratuíto: Adobe WorkflowLab

Written by Mauro

January 21st, 2010 at 8:12 pm

Posted in Flash / Flex, Links e sugestões

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Depois do riaPT…

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Bem pessoal, mas que dia!

Tudo correu pelo melhor no evento realizado pelos nossos colegas do grupo riaPT de Lisboa!

IMG 0106 1024x768 Depois do riaPT...
Partimos do Porto bem cedo e pensava que ia dormir na viagem mas foi impossível. As pessoas que iam comigo desenrolaram grandes conversas sobre temas muito interessantes como por exemplo em que ponto está a tecnologia Flash e Flex e de que forma ao Silverlight pode, de certa forma, ameaçar a hegemonia até agora da Adobe no campo das RIA.

Quando chegamos ao Parque das Nações foram nem 5 minutos a pé até à sede da Novabase. Deixem-me dar os parabéns à empresa porque realmente, as condições que foram facilitadas aos membros do grupo para o evento não foram menos do que espectaculares.

O auditório tem tudo para ser um espaço de referência em termos de tecnologia. Um sistema de camaras dinâmicas que filmam tudo o que se passa, um projector gigante, uma sala muito bem iluminada e confortável, persianas eléctricas e inclui até um sistema de streaming para quem quer acompanhar o evento online. Enfim, condições de luxo em Portugal :)

– O evento começou muito bIMG 0108 300x225 Depois do riaPT...em com o Luis Alves Martins da Microsoft Portugal a introduzir-nos o Silverlight e toda a visão que a empresa tem no mercado mundial para esta plataforma.

– Seguiu depois um cofee break para as pessoas fazerem o já conhecido networking e que aproveitei para rever e conhecer muitas pessoas com as quais só tinha tido contacto através da web.

– Logo após o coffee break, surgiu o responsável pela tecnologia Flash do mercado Ibérico, Enrique Duvós que nos presenteou com um muito interessante tema sobre os Do’s and Dont’s das aplicações RIA e que geraram alguns sorrisos pela parte das pessoas que estavam a assistir ao evento. 

– Mais da Microsoft, foi o consultor Nuno Godinho a explicar-nos como utilizar o Silverlight para desenvolver rapidamente projectos web com grande versatilidade e quase sem necessitar de escrever qualquer linha de código.

– Almoço no Chimarrão do Parque das Nações onde, se de inicio pensavamos que só iamos cerca de 16 pessoas almoçar, acabamos por ser mais de 60, o que gerou uma confusão de cadeiras e lugares como é habitual neste tipo de situações. O rodízio estava excelente e a conversa centrou-se como não poderia deixar de ser, nas tecnologias, formação e eventos.

– Após o almoço, o João Saleiro, CTO da Webfuel brindou-nos com uma apresentação muito muito interessante (se bem que longa eheh) sobre as fases de desenvolvimento de uma aplicação RIA. As pessoas mostraram muito interesse e seria bom que todas as empresas em Portugal adoptassem uma postura tão profissional nos seus projectos como a WebFuel demonstrou.

– A FullSix foi o “cliente” seguinte fazendo outra demonstração interessante com o Ricardo Castelhano e o Ricardo Fiel a mostrarem-nos como é fácil utilizar o Sketch Up da Microsoft em junção com outras aplicações e adaptar behaviours de forma rápida e eficaz, criando um site em poucos minutos. Desmontraram também capacidades muito interessantes como é o caso do Deep Zoom e do Smooth Streaming.

— Mais coffee-break para uns bolinhos e sumo de laranja como a malta gosta;

– Para finalizar o evento em grande, de novo Enrique Duvós a dar-nos um cheirinho o que será o Flash CS 5 Professional e demonstrou como criar uma aplicação para o iPhone utilizando o já famoso acelerómetro. O momento do dia surgiu quando o Enrique Duvós estava a tentar demonstrar o acelerómetro e não conseguia que a camera ficasse na posição correcta. É então que o evangelista da Microsoft de levanta e diz “Olha uma pessoa da Microsoft a ajudar uma da Adobe para demonstrar uma funcionalidade de um iPhone” enfim, foi a gargalhada geral e o pessoal reagiu com entusiamo batendo palmas.

– Para fechar, e como já é habitual neste eventos, chegou o momento do sorteio… e que sorteio!!! 2 Expression Studio da Microsoft, 2 Web Premium da Adobe e ainda vários vales da Flag para formação no valor de 500€.

Foi sem dúvida um grande evento cheio de boa disposição e muito interessante em todos os aspectos. Organização, speakers, audiência, sponsors…

Venha o próximo!!!

Written by Mauro

January 19th, 2010 at 9:04 am

Para que serve o Google Wave? A minha experiência…

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google wave logo Para que serve o Google Wave? A minha experiência...

Eu gosto do Google Wave! Pronto já disse!

Google Wave…

É uma coisa que ninguém consegue perceber muito bem para que serve ou como utilizar tanta funcionalidade que pertence a vários mundos.

Será um email com um características de Instant Messaging ou um Instant Messaging com características de email?

Não posso dizer muito bem o que é, mas posso-vos contar a minha experiência ao longo deste último mês.

Neste momento já o utilizei para:

  1. Discutir o nome de um grupo de Adobe Users;
  2. Coordenar um evento;
  3. Comprar bilhetes de comboio;
  4. Taskforce para traduzir o sistema de debugging do Flex.

1 – Discutir o nome de um grupo de Adobe Users:

Neste caso, o objectivo era tentar chegar a um consenso sobre o novo nome que um grupo de RIA português vai adoptar a partir deste ano.

Com cerca de 12 pessoas (chegamos a ser mais de 20 penso…) a discutir sobre o mesmo assunto. Pensando que um sistema de email seria desapropriado de gerir assim como uma discussão por Messenger ou GoogleTalk pensamos em levar a troca de ideias para o âmbito do Google Wave e tentar ver como se portava.

Durante esse tempo não chegamos a utilizar o sistema de votos que o Google Wave permite mas tínhamos no primeiro “wave” os resultados sempre actualizados e ao longo do tempo, a seu tempo, as pessoas iam dando as suas opiniões, discutindo e chegando a um consenso. Penso que revelou-se uma experiência bastante interessante para todos apesar da lentidão do sistema quando várias pessoas escreviam ao mesmo tempo e quando respondíamos uns aos outros em sítios diferentes.

2 – Coordenar um evento:

Devido a um evento que vai acontecer nos próximos meses aqui no Porto, o Google Wave está a ser utilizado para discutir todos os pormenores em volta do mesmo, uma vez que há várias pessoas a trabalhar no projecto ao mesmo tempo.

Como cada um trata de uma parte do evento e como alguns de nós não estão fisicamente próximos, a ferramenta é utilizada para termos feedback sobre o estado de cada ponto a que nos propusemos coordenar. Como exemplos temos a discussão de sítios para o evento, pessoas, material, etc.

Neste caso, o Wave está a tornar-se muito interessante uma vez que nos permite ir actualizando informação sobre os avanços que cada um de nós está a dar nas tarefas das quais é responsável e, de uma forma não tão rígida como o email, nem tão descomprometida e desconexa como é o caso de um Instant Messenger.

Em resumo, da minha parte, estou muito feliz com a nossa escolha.

3 – Comprar bilhetes de comboio:

Talvez a interacção mais descomprometida que tive até agora com o Wave.

Começou por ser uma conversa sobre como comprar os bilhetes para o comboio da viagem de Lisboa mas acabou por ser uma discussão sobre tudo. Desde Flash, passando pelo Flex e acabando nas abordagens e interacções entre os dois, há de tudo um pouco. Partilhamos vídeos do Youtube sobre o novo telefone da Google e respondemos de forma organizada a cada ponto que cada um de nós levanta aos outros conseguindo manter conversar organizadas que de outro modo eram um caos.

4 – Taskforce para traduzir o debugging do Flex:

Um projecto interessante sem dúvida.. Um grupo de pessoas que estão a tentar traduzir todas as mensagens de debugg do Flex para português-PT (os nossos amigos brasileiros já o fizeram e bem). Neste caso é um pouco mais do mesmo, discussões, planeamento, estruturação. Mais uma vez o Wave não compromete e torna-se um elemento produtivo do nosso grupo.

Conclusão:

O Google Wave tem falhas? Claro que sim! A lentidão que se gera quando estamos todos a escrever ao mesmo é quase incontornável mas ao mesmo tempo engraçada uma vez que vamos apanhando os erros uns dos outros.

Há botões e opções que nunca se sabe bem o que fazem mas que também ninguém clica com medo de estragar alguma coisa!

Todo o esquema pode ser um pouco confuso e um pouco lento mas serve os propósitos para os quais está a ser necessário.

O mais difícil é mesmo saber quando as pessoas enviam um novo wave, uma vez que, a não ser que estejamos sempre com a tab aberta, nunca sabemos quando alguém escreve algo novo (alguém sabe uma forma de recebermos notificações deste tipo no gmail ou similar?).

Espero que tenha dado algumas ideias para a utilização do Wave a todos os que nunca o utilizaram e ainda não o vêm como uma ferramenta que até pode ser interessante!

Nota: o Google Wave funciona muito, mas muito melhor no Google Chrome… go figure… :)

Written by Mauro

January 11th, 2010 at 10:03 pm

Posted in Links e sugestões, Random

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