Adobe Digital Magazine

Posted by Mauro | Posted in Inspiração, Random | Posted on 19-07-2010

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adobe indesign cs5 Adobe Digital MagazineA Adobe e outras empresas do ramo da multimédia, plataformas web, etc. andam a tentar alcançar o novo mercado emergente das tablets desde que o novo iPad, da Apple, foi lançado para o mercado.

Se bem se lembram, antes da mediática alteração à EULA, por parte da Apple em relação ao export do Flash, a Adobe tinha-se juntado à revista Wired para lançar as suas publicações em um formato digital. Depois de muita controvérsia parecia que a discussão ia ficar por aí…

No entanto parece que o esforço está a ser feito de novo para produzir uma forma simples de exportar as revistas feitas para impressão através do InDesign directamente para um formato que possa ser interpretado tanto pelo iPad como por outras tablets que possivelmente irão correr a plataforma da Google, o Android.

Aqui fica um exemplo do que se pode conseguir com a nova ferramenta de workflow da Adobe:

Youtube – “O Flash é uma ferramenta crítica na web”

Posted by Mauro | Posted in Flash / Flex, Links e sugestões, Random | Posted on 30-06-2010

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youtube logo Youtube   O Flash é uma ferramenta crítica na web

A quem escapou o post ontem feito no blog do youtube.

A empresa que mais sucesso fez no mundo do vídeo online e revolucionou o modo como partilhamos experiências através de imagens dinâmicas, colocou ontem um post muito importante em que fala sobre a importância do Flash no mundo da web.

Neste post podemos ver a empresa a testemunhar como o Flash Player é uma ferramenta crítica para quem quer desenvolver boas experiências para a internet e não só. Fala também sobre a falta de suporte dos vários browsers para a mesma tag com diferentes codecs, fala-nos na importância em debitar a maior quantidade possível de informação ao mesmo tempo para uma melhor experiência ao ver os vídeos, fala do HD, fala sobre o (grande) caso dos direitos de autor, etc.

Como sempre referi, não é apenas o facto de termos a tag <video> que nos faz ter um bom suporte para vídeo, é necessário, muito, muito mais…

Para ver o post completo aqui.

Flash Player 10.1, o AIR e o Android

Posted by Mauro | Posted in Flash / Flex, Random, android, iPhone | Posted on 07-06-2010

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adobe flash google android htc nexus one Flash Player 10.1, o AIR e o Android

Hoje parece ser o dia do iPhone 4.0, mas isso não conta nada para este post.

Para quem não seguiu os mais recentes eventos em relação à Adobe, o Flash Player e o Android, estes são tempos excitantes!

Nunca o Flash Player esteve em tantos lados ao mesmo tempo e nunca os developers tiveram tantas oportunidades para mostrar o seu trabalho e fazer dinheiro com ele!

Quer seja na web, no desktop, agora, em mobile e futuramente no ecrã da nossa televisão, o Flash está claramente a demonstrar uma força e um avanço muito interessante.

Ok, podemos ficar um pouco apreensivos com a mudança de algumas empresas para a realidade do HTML5, nomeadamente em relação ao vídeo, mas o Flash é muito mais que isso!

No entanto, vamos esquecer, neste post, as vantagens do Flash sobre outras tecnologias implementadas e tentemos reflectir sobre a sua nova realidade, o mobile.

Eu considero o Flash como, a melhor coisa que aconteceu ao Android e que vai fazer com que fique mais perto de toda a hotness que o iPhone emana neste momento.

Porquê?

Neste momento, o que diferencia mais o Android do iPhone, e o que leva as pessoas a comprarem o telemóvel, é a qualidade das suas aplicações e dos seus jogos (para além daquela sensação de ser um gadget muito cool) . É notória a criatividade e cuidado dado a cada projecto e a sua brilhante execução. No iPhone podemos encontrar jogos brilhantes e bem executados como o Angry Birds e utilizar aplicações como o Cine Sapo que têm muito bom aspecto e que são muito bons e fáceis de usar! No caso do Android,  considero que esta parte está ainda pouco desenvolvida (talvez pela natureza dos seus utilizadores, se calhar o Android tem do seu lado mais programadores e do lado do iPhone mais os criativos).

É aqui que entra o Flash!

NatGeoFlashN1 Flash Player 10.1, o AIR e o Android

O Flash pode bem ser o que faltava neste fosso que existe entre o iPhone e a plataforma Android!

Se bem se lembram há uns anos atrás, a web era apenas um sítio onde as pessoas colocavam algumas experiências que iam fazendo, alguns pequenos sites sobre informação, etc. No entanto era tudo muito triste, muito estranho e sem cor.

Foi um pouco dessa falta de brilho que surgiu a tecnologia Flash, dando aos criativos, aos designers e aos web designers uma forma de se expressarrem, de poderem todas as suas ideias e os seus desenhos para todo o Mundo ver. Foi aí que tivemos também das maiores evoluções tecnológicas de sempre. O vídeo! Não fosse o Flash e, neste momento, se calhar, não tinhamos o youtube ou este não estava tão disseminado!

É este conjunto de pessoas que penso que podem fazer o Android brilhar neste momento.

Os criadores que gostam de experimentar tudo, o web designer que sabe Flash e que quer dar um pouco mais de interactividade ao seu projecto, o pequeno developer que faz uma pequena aplicação simples e cheia de ideias brilhantes…

Enfim, neste momento, podemos pensar mesmo que a plataforma Android se tornou a plataforma mais fácil para produzir conteúdo para a web!

Além disso, a facilidade com que se faz uma simples aplicação em Flash, o facto de não ter de pagar uma licença anual, (é possível criar uma aplicação para correr no Flash Player sem gastar um cêntimo) a falta daquela teia montada pela Apple para colocar o seu filtro em tudo o que entra no iPhone, enfim, tudo isto aumenta a facilidade com que novas criações possam surgir todos os dias e essas criações surjam outras e assim sucessivamente, sempre aumentando o número de aplicações e de material diverso disponível para todos.

Como diz o Jesse Freeman (um dos programadores de Flash mais respeitados de NY):

“A maior parte dos programadores de Flash vêm de um background criativo, ou seja, trazemos sempre alguma coisa nova para a discussão e para as pessoas”

É liberdade que faz com que o Mundo tecnológico avance cada dia mais rápido. A ver vamos como se comporta o Android…

PS: No entanto, quem me segue no Twitter poderá reparar que ando a criar uma aplicação para o Iphone. Isto faz parte de um projecto que tenho em mente e que penso que poderá ser benéfico este ser lançado em todas as plataformas (mobile, desktop e web).

RiaPT Meeting no Porto – A experiência, conclusão e os slides!

Posted by Mauro | Posted in Flash / Flex, Links e sugestões, Random, eventos | Posted on 25-03-2010

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Bem, já lá vai mais de uma semana que o Meeting do Porto decorreu.

Posso dizer que, de início, pensamos em colocar um limite de 100 pessoas no evento, mas depois pensamos que a procura não iria ser muita, uma vez que no último encontro eramos apenas… três pessoas!

No entanto, lá nos aventuramos em colocar o limite de 70 + 10 speakers e a aposta foi ganha! No final, e totalizando toda a gente, eramos 67 pessoas juntas no evento!

O que correu bem?

  • O almoço

- Eramos cerca de doze pessoas e foi interessante falar das expectativas sobre o evento, de conversar com pessoas com quem não tivemos hipótese de trocar ideias noutros eventos, etc. O lombo estava bom e mesmo a queimar as duas, lá conseguimos pagar todos e lá fomos para o local onde ia decorrer o evento.

  • O evento

- Como todos notaram, o evento começou com cerca de vinte minutos de atraso. Não havia problema se ninguém se esticasse nas apresentações (o que não foi o caso!).

- Uma coisa a referir foi o espírito de todos! Durante as cerca de cinco horas em que tivemos no edifício Maus Hábitos houve sempre um bom convívio, as piadas típicas dos apresentadores ao qual a plateia correspondia sempre com umas gargalhadas. O que dizer do Luís Martins que arranjou um milagroso projector porque o nosso era “esverdeado”.

  • O jantar

Depois de tantas horas no evento, que bem que soube comer umas belas pizzas de… 50 centímetros, no S. Marino! Eramos também cerca de doze pessoas e o convívio foi muito interessante, dando para trocar ideias e falar sobre o que se passou no evento, sobre as novas tecnologias, experiências que tenhamos tido, etc. Tudo acabou, por volta da uma da manhã no Rivolli, onde decorria o Fantasporto.

  • Conclusões

Como nunca nada corre perfeito, temos noção que houve várias falhas, mas todas elas devido à pouca experiência que os organizadores tinham em realizar eventos.

  1. O local – Embora o local fosse interessante, era notório a falta de condições para a projecção dos conteúdos através do projector. O facto de ter ficado muito escuro a partir do meio do evento, fez com que o público quase não conseguisse ver os speakers.
  2. Talvez devêssemos ter apenas uma refeição em conjunto. Assim, podíamos tentar ter mais pessoas no mesmo espaço;
  3. O controlo do tempo. Esta sim, uma falha um pouco grave, umas vez que perdemos completamente a noção do tempo;

Apresentações:

Ainda não consegui que os vídeos ficassem todos disponíveis uma vez que temos limite, tanto no Vimeo, como no Youtube, de tempo para os vídeos (só dá para 10 minutos em cada).

No entanto, já podem ver o vídeo de introdução do evento aqui

Sendo assim, ficam aqui as apresentações que já nos foram facultadas pelos speakers. Quando me enviarem mais, actualizarei aqui o post

Mauro Martins:

Web – Construir é diferente de ver

Nuno Gomes:

HTML 5, a Realidade da Utopia

Miguel Pinto:

Zend Framework e Flash

Felipe Ávila:

The Usability Page

Cumprimentos a todos, e preparem-se porque vêm aí mais!

(Esta é a cópia do meu post no site do Riapt. Podem ter acesso ao mesmo conteúdo aqui)

Novo tema no blog

Posted by Mauro | Posted in Random | Posted on 15-03-2010

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Como devem ter reparado, o blog mudou!

Depois de uns meses com o tema journalist (do qual sou mesmo fã) penso que falhava em algumas coisas, como por exemplo, não ter acesso a páginas de forma fácil e diferenciada (neste momento podem encontrar essas páginas no topo).

Este novo tema do blog é trazido pela Skinpress que tem dezenas de temas que, se bem que são grátis, têm uma qualidade e design muito superior ao que costumamos ver.

Depois de ontem ter feito uns pequenos tweaks neste tema e ter adaptado o anterior a este, penso que já começa a estar de acordo com o que tinha previsto.

É mais fácil ver quantos comentários existem, a largura dos campos de texto parece-me mais adequado e, no final, penso que trás uma melhor experiência ao utilizador.

Como só uma pessoa, até hoje, clicou nos anúncios da Google, resolvi retirá-los da página central e só os coloquei nos posts, na parte final.

Ainda estou um bocado pensativo sobre a parte do “continue reading” e com o seu espaçamento em relação ao post assim como os títulos “menores” que vou dando dentro dos posts.

Quaisquer comentários, força nisso!

Cumprimentos, Mauro Martins.

A Apple, o iPad e o Flash VS HTML5

Posted by Mauro | Posted in Flash / Flex, Random, iPhone | Posted on 04-02-2010

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apple creation 0128 rm eng 497x3301 A Apple, o iPad e o Flash VS HTML5

(Antes de tudo deixem-me dizer que sou fã de vários produtos Apple. Tenho um MacBook Pro, um iPhone e muitos periféricos e por isso a minha visão tentará ser o mais imparcial possível!)

Para quem tem estado atento ao Twitter e aos blogs de tecnologia e web, esta imagem tem estado em todo o lado. Foi na Terça-Feira, que a Apple mostrou o seu mais recente gadget, o iPad.

O iPad é a tentativa da Apple de tentar preencher um nicho de mercado / nicho de tecnologia que fica ali um pouco entre os smartphones e os portáteis / desktops. É aquele instrumento que pode ser utilizado para coisas mais “light” como surfar na web e ver uns filmes.

Assim como o iPhone, o iPad tenta ser um produto revolucionário e que, como o próprio Steve Jobs o diz “A melhor experiência para surfar a web“.

Será?

Como pode um produto tentar ser a melhor forma de surfar na web se não possui um plug-in que está instalado em 95% dos dispositivos que se ligam à Internet (Flash)? Sem ter um plug-in em que estão a ser investidos milhares de euros neste momento (Silverlight)? Aliás, sem ter nenhum plug-in a não ser os criados pela própria Apple e que a Apple acha que são os mais apropriados para nós?

Desde o iPhone que a Apple já nos tinha mostrado que vai deixar o Flash de fora dos seus produtos. Mas, se bem que no iPhone a desculpa era a bateria e o processador, neste momento, no iPad não há nada que desculpe o facto da Apple tentar manter todos os plug-ins de fora dos seus browsers obrigando os utilizadores a navegar na web da forma como a Apple acha que é o mais interessante.

Porquê que é que Apple faz isto então?

Simples! Porque a Apple quer fazer dinheiro vendendo aplicações na sua galinha dos ovos de ouro, a App Store e assim não deixar “passear” as aplicações e os modelos de distribuição por onde não os pode controlar.

Se este é um bom modelo? Claro que é! Se pensarmos em termos de negócio para a Apple é um sistema perfeito! Obrigamos os nossos utilizadores a utilizar a nossa ferramenta para terem acesso a jogos, aplicações e outros modelos que geram retorno imediato para a Apple.

O problema é que, pela primeira vez, parece que há muita gente que não está de acordo com as explicações da Apple. Ninguém acredita que o iPad não aguenta com o Flash Player.

O que é que isto tem a ver com o HTML5? Tudo! A Apple está a tentar gerar todo o buzz em volta desta tecnologia que, sinceramente, antes de ser inovadora já não o é.

Confusos?! Fácil!

1- Será muito difícil para o html5 gerar, com tanta facilidade, aplicações ricas para os clientes e que funcionem perfeitamente em todo o lado (mobile, desktop, browser);

2 – Que a experiência seja independente de sistema, independente de browser, etc.;

3 – Que tenham servidores dedicados para dar ao utilizador a melhor experiência em vídeo;

4 – Que o Player de vídeo possa ser tão “estendido” ao ponto de se conseguir coisas como o Youtube.

5 – Que faça ISTO!

Enquanto o HTML5, o supracitado canvas e a tag <video> andam a tentar fazer coisas que o Flash já faz, o Flash já anda a tentar chegar a outros voos. Se formos ver o caso das RIA, com a nova versão do ActionScript 3.0 e principalmente com o Flex, a Adobe deu passos importantes para ser tornar um sério concorrente para aplicações em desktop e web. Basta ver casos como o Aviary que é uma ferramenta extremamente rica e que está na web para qualquer um aceder.

Ok, podem-me falar do Google Docs, Gmail, Google Wave e etc. Mas qual é aqui o denominador comum? o Google! Que é tão só uma das maiores empresas do Mundo a produzir conteúdo Web e que tem os recursos que quase nenhuma empresa no Mundo tem…

Mais. Até o HTML5 ser oficialmente um standard ainda vai demorar muito tempo. Para já temos de andar com hacks and tricks para podermos fazer com que tudo fique igual em todos os browsers (à lá Internet Explorer) o que faz com que o tempo despendido para criar aplicações demore muito mais tempo tanto a criar como na fase do debug.

Em resumo…

Se bem que a Apple está claramente a tentar divergir a web para um sistema mais de serviços onde, para cada conteúdo temos um software e uma aplicação dedicada para o efeito (ouvia ontem uma pessoa a dizer que a intenção da Apple é simplesmente acabar com os browsers), cabe a cada pessoa / empresa decidir qual o melhor veículo para dar a conhecer ou demonstrar um seu produto.

Anda por aí uma discussão enorme com dezenas de posts em blogs onde há sempre quem puxe para o lado do Flash, quem puxe para o lado do HTML e para quem discuta estes valores de uma forma basta acalorada e que demonstra a paixão que temos pelas tecnologias em que criamos e sentimos necessidade de as defender.

No fim de contas, o que interessa aqui é que para cada projecto. Devemos utilizar HTML5, JavaScript, Ajax e amigos? Claro que sim! Devemos sempre utilizar a ferramenta correcta para fazer o trabalho da melhor forma!

Se o melhor caminho é seguir empresas que nos tentam cortar o acesso à forma como nós queremos ver a web? NÃO! Por mais banners, mais consumos de recursos e mais crashes que um plug-in dê (Uma observação. Programo em Flash no meu MacBookPro há mais de dois anos e ele nunca crashou por culpa do Flash. Tive sorte? Talvez ;) ) devemos sempre optar por uma web livre e só assim se consegue a inovação!

Ah! E não, o Flash não vai acabar :)

Depois do riaPT…

Posted by Mauro | Posted in Flash / Flex, Random, eventos | Posted on 19-01-2010

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Bem pessoal, mas que dia!

Tudo correu pelo melhor no evento realizado pelos nossos colegas do grupo riaPT de Lisboa!

IMG 0106 1024x768 Depois do riaPT...
Partimos do Porto bem cedo e pensava que ia dormir na viagem mas foi impossível. As pessoas que iam comigo desenrolaram grandes conversas sobre temas muito interessantes como por exemplo em que ponto está a tecnologia Flash e Flex e de que forma ao Silverlight pode, de certa forma, ameaçar a hegemonia até agora da Adobe no campo das RIA.

Quando chegamos ao Parque das Nações foram nem 5 minutos a pé até à sede da Novabase. Deixem-me dar os parabéns à empresa porque realmente, as condições que foram facilitadas aos membros do grupo para o evento não foram menos do que espectaculares.

O auditório tem tudo para ser um espaço de referência em termos de tecnologia. Um sistema de camaras dinâmicas que filmam tudo o que se passa, um projector gigante, uma sala muito bem iluminada e confortável, persianas eléctricas e inclui até um sistema de streaming para quem quer acompanhar o evento online. Enfim, condições de luxo em Portugal :)

– O evento começou muito bIMG 0108 300x225 Depois do riaPT...em com o Luis Alves Martins da Microsoft Portugal a introduzir-nos o Silverlight e toda a visão que a empresa tem no mercado mundial para esta plataforma.

– Seguiu depois um cofee break para as pessoas fazerem o já conhecido networking e que aproveitei para rever e conhecer muitas pessoas com as quais só tinha tido contacto através da web.

– Logo após o coffee break, surgiu o responsável pela tecnologia Flash do mercado Ibérico, Enrique Duvós que nos presenteou com um muito interessante tema sobre os Do’s and Dont’s das aplicações RIA e que geraram alguns sorrisos pela parte das pessoas que estavam a assistir ao evento. 

– Mais da Microsoft, foi o consultor Nuno Godinho a explicar-nos como utilizar o Silverlight para desenvolver rapidamente projectos web com grande versatilidade e quase sem necessitar de escrever qualquer linha de código.

– Almoço no Chimarrão do Parque das Nações onde, se de inicio pensavamos que só iamos cerca de 16 pessoas almoçar, acabamos por ser mais de 60, o que gerou uma confusão de cadeiras e lugares como é habitual neste tipo de situações. O rodízio estava excelente e a conversa centrou-se como não poderia deixar de ser, nas tecnologias, formação e eventos.

– Após o almoço, o João Saleiro, CTO da Webfuel brindou-nos com uma apresentação muito muito interessante (se bem que longa eheh) sobre as fases de desenvolvimento de uma aplicação RIA. As pessoas mostraram muito interesse e seria bom que todas as empresas em Portugal adoptassem uma postura tão profissional nos seus projectos como a WebFuel demonstrou.

– A FullSix foi o “cliente” seguinte fazendo outra demonstração interessante com o Ricardo Castelhano e o Ricardo Fiel a mostrarem-nos como é fácil utilizar o Sketch Up da Microsoft em junção com outras aplicações e adaptar behaviours de forma rápida e eficaz, criando um site em poucos minutos. Desmontraram também capacidades muito interessantes como é o caso do Deep Zoom e do Smooth Streaming.

— Mais coffee-break para uns bolinhos e sumo de laranja como a malta gosta;

– Para finalizar o evento em grande, de novo Enrique Duvós a dar-nos um cheirinho o que será o Flash CS 5 Professional e demonstrou como criar uma aplicação para o iPhone utilizando o já famoso acelerómetro. O momento do dia surgiu quando o Enrique Duvós estava a tentar demonstrar o acelerómetro e não conseguia que a camera ficasse na posição correcta. É então que o evangelista da Microsoft de levanta e diz “Olha uma pessoa da Microsoft a ajudar uma da Adobe para demonstrar uma funcionalidade de um iPhone” enfim, foi a gargalhada geral e o pessoal reagiu com entusiamo batendo palmas.

– Para fechar, e como já é habitual neste eventos, chegou o momento do sorteio… e que sorteio!!! 2 Expression Studio da Microsoft, 2 Web Premium da Adobe e ainda vários vales da Flag para formação no valor de 500€.

Foi sem dúvida um grande evento cheio de boa disposição e muito interessante em todos os aspectos. Organização, speakers, audiência, sponsors…

Venha o próximo!!!

Para que serve o Google Wave? A minha experiência…

Posted by Mauro | Posted in Links e sugestões, Random | Posted on 11-01-2010

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google wave logo Para que serve o Google Wave? A minha experiência...

Eu gosto do Google Wave! Pronto já disse!

Google Wave…

É uma coisa que ninguém consegue perceber muito bem para que serve ou como utilizar tanta funcionalidade que pertence a vários mundos.

Será um email com um características de Instant Messaging ou um Instant Messaging com características de email?

Não posso dizer muito bem o que é, mas posso-vos contar a minha experiência ao longo deste último mês.

Neste momento já o utilizei para:

  1. Discutir o nome de um grupo de Adobe Users;
  2. Coordenar um evento;
  3. Comprar bilhetes de comboio;
  4. Taskforce para traduzir o sistema de debugging do Flex.

1 – Discutir o nome de um grupo de Adobe Users:

Neste caso, o objectivo era tentar chegar a um consenso sobre o novo nome que um grupo de RIA português vai adoptar a partir deste ano.

Com cerca de 12 pessoas (chegamos a ser mais de 20 penso…) a discutir sobre o mesmo assunto. Pensando que um sistema de email seria desapropriado de gerir assim como uma discussão por Messenger ou GoogleTalk pensamos em levar a troca de ideias para o âmbito do Google Wave e tentar ver como se portava.

Durante esse tempo não chegamos a utilizar o sistema de votos que o Google Wave permite mas tínhamos no primeiro “wave” os resultados sempre actualizados e ao longo do tempo, a seu tempo, as pessoas iam dando as suas opiniões, discutindo e chegando a um consenso. Penso que revelou-se uma experiência bastante interessante para todos apesar da lentidão do sistema quando várias pessoas escreviam ao mesmo tempo e quando respondíamos uns aos outros em sítios diferentes.

2 – Coordenar um evento:

Devido a um evento que vai acontecer nos próximos meses aqui no Porto, o Google Wave está a ser utilizado para discutir todos os pormenores em volta do mesmo, uma vez que há várias pessoas a trabalhar no projecto ao mesmo tempo.

Como cada um trata de uma parte do evento e como alguns de nós não estão fisicamente próximos, a ferramenta é utilizada para termos feedback sobre o estado de cada ponto a que nos propusemos coordenar. Como exemplos temos a discussão de sítios para o evento, pessoas, material, etc.

Neste caso, o Wave está a tornar-se muito interessante uma vez que nos permite ir actualizando informação sobre os avanços que cada um de nós está a dar nas tarefas das quais é responsável e, de uma forma não tão rígida como o email, nem tão descomprometida e desconexa como é o caso de um Instant Messenger.

Em resumo, da minha parte, estou muito feliz com a nossa escolha.

3 – Comprar bilhetes de comboio:

Talvez a interacção mais descomprometida que tive até agora com o Wave.

Começou por ser uma conversa sobre como comprar os bilhetes para o comboio da viagem de Lisboa mas acabou por ser uma discussão sobre tudo. Desde Flash, passando pelo Flex e acabando nas abordagens e interacções entre os dois, há de tudo um pouco. Partilhamos vídeos do Youtube sobre o novo telefone da Google e respondemos de forma organizada a cada ponto que cada um de nós levanta aos outros conseguindo manter conversar organizadas que de outro modo eram um caos.

4 – Taskforce para traduzir o debugging do Flex:

Um projecto interessante sem dúvida.. Um grupo de pessoas que estão a tentar traduzir todas as mensagens de debugg do Flex para português-PT (os nossos amigos brasileiros já o fizeram e bem). Neste caso é um pouco mais do mesmo, discussões, planeamento, estruturação. Mais uma vez o Wave não compromete e torna-se um elemento produtivo do nosso grupo.

Conclusão:

O Google Wave tem falhas? Claro que sim! A lentidão que se gera quando estamos todos a escrever ao mesmo é quase incontornável mas ao mesmo tempo engraçada uma vez que vamos apanhando os erros uns dos outros.

Há botões e opções que nunca se sabe bem o que fazem mas que também ninguém clica com medo de estragar alguma coisa!

Todo o esquema pode ser um pouco confuso e um pouco lento mas serve os propósitos para os quais está a ser necessário.

O mais difícil é mesmo saber quando as pessoas enviam um novo wave, uma vez que, a não ser que estejamos sempre com a tab aberta, nunca sabemos quando alguém escreve algo novo (alguém sabe uma forma de recebermos notificações deste tipo no gmail ou similar?).

Espero que tenha dado algumas ideias para a utilização do Wave a todos os que nunca o utilizaram e ainda não o vêm como uma ferramenta que até pode ser interessante!

Nota: o Google Wave funciona muito, mas muito melhor no Google Chrome… go figure… :)

Empregados da TAP e da ANA alegram Aeroporto de Lisboa

Posted by Mauro | Posted in Random | Posted on 02-01-2010

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A TAP e a ANA guardaram um presente muito interessante para todos os seus passageiros nesta época festiva.

Na véspera de Natal e Ano Novo brindaram, todas as pessoas que estavam prestes a embarcar, com danças geniais, cheias de energia e capazes de alegrar qualquer pessoa mais stressada :)

Ficam aqui os vídeos com especial referência para as danças indianas que, para mim, foram as mais engraçadas!

Natal

Ano Novo

Bom Natal!!

Posted by Mauro | Posted in Random | Posted on 24-12-2009

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Bom Natal!!! Este post está a ser escrito no sofá à espera do grandioso bacalhau!!! Eheh

Bom Natal para todos, muitas felicidades e claro muitas prendas!!

Abraço, Mauro.